A camisa que visto do avesso

O mundo está do avesso.
Lavemos as camisas, passemo-las a ferro e joguemo-las no lixo. Compremos meio metro de seda nova, e façamos uma nova. Que seja azul, cor de rosa e verde com amarelo e que nunca a deixemos romper. Arregacemos as mangas e entreguemos o peito a um mundo vestido de fresco, de camisas não rasgadas nem tingidas e botões com fechaduras de abrir. As respostas estarão nos bolsos da frente e as certezas nas linhas cosidas.

Eu sou a camisa que visto e não a camisa que tu me compras.

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